sábado, 18 de fevereiro de 2012

CARNAVAL 2012 É NA TEODORO CAMPOS!


ESSA TURMA É MESMO MUITO ANIMADA.
É SÓ CHAMAR A MENINADA NO PÁTIO, LIGAR UM SOM E COLOCAR UMA MÁSCARA NO ROSTO QUE A FESTA TÁ ARMADA...
TODOS OS ALUNOS SE DIVERTIRAM MUITO.
PROFESSORES E DEMAIS FUNCIONÁRIOS CAÍRAM NA FOLIA.
MÃES E PARCEIRAS DA ESCOLA TAMBÉM SE FIZERAM PRESENTES.

REALMENTE FOI UM DIA DE MUITA ALEGRIA. NINGUÉM DEIXOU DE PARTICIPAR.
AGORA É SÓ ESPERAR O ANO QUE VEM!

OBRIGADA A TODOS OS PARTICIPANTES.



PROPORCIONAR MOMENTOS COMO ESSES TAMBÉM É NOSSA META: INTERAÇÃO, ALEGRIA, COLETIVIDADE E HARMONIA ENTRE ESCOLA E COMUNIDADE.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

TEODORO CAMPOS E O INÍCIO DE UM NOVO ANO LETIVO...

SALAS CHEIAS...
ALUNOS SAUDOSOS DA ESCOLA E DE COLEGAS...
PROFESSORES (CALOUROS E VETERANOS), COM PROJETOS INOVADORES...
EXPECTATIVAS...
ESPERANÇAS...


ISSO FOI O QUE ENCONTRAMOS AO LONGO DAS DUAS PRIMEIRAS SEMANAS DE AULA.


AINDA ESPERAMOS O RETORNO DOS ALUNOS QUE RESOLVERAM PROLONGAR AS FÉRIAS ATÉ DEPOIS DO CARNAVAL.


OS ALUNOS VOLTARAM COM A CORDA TODA.
A EUFORIA É GERAL.
QUEREM COLOCAR AS NOVIDADES EM DIA, SE ATUALIZAREM SOBRE AS ÚLTIMAS DA ESCOLA E DOS COLEGAS.


QUE TENHAMOS UM ÓTIMO E PROVEITOSO ANO.


quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

FEITOS POR MIM II...

DESENHOS PARA TRABALHAR HISTÓRIA EM SALA DE AULA
Adoro arte.
Acredito que se não tivesse me apaixonado plenamente pela História durante minha época de escola, a ponto de fazer História, seria professora de Arte.

Aqueles que costumam visitar esse Blog, sabem que ouso fazer algumas coisas manuais (colorir, ampliar, decorar algumas coisas, fazer painéis, flores em EVA), etc.
Meus trabalhinhos manuais são feitos com muito amor!Essas imagens foram feitas para ilustrar algumas aulas expositivas...

CARAVELAS PORTUGUESAS
PRÉ-HISTÓRIA
STONEHENG
ENGENHO
PRÉ-HISTÓRIA / DESCOBERTA DO FOGO
IMPÉRIO ROMANO
FÁBRICA - REVOLUÇÃO INDUSTRIAL
BARCO FENÍCIO
IDADE MÉDIA - HOMENS DE FERRO
CASTELO MEDIEVAL
PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA
CASTELO MEDIEVAL
PAÍSES DO EIXO - SEGUNDA GUERRA MUNDIAL
PINTURA RUPESTRE - PRÉ-HISTÓRIA
CAPOEIRA
GRANDES NAVEGAÇÕES - ACHAMENTO DO BRASIL
EGITO ANTIGO
EGITO ANTIGO
CAPOEIRA
ABAPORU - TARCILA DO AMARAL
CASTELO MEDIEVAL
CRISTOVÃO COLOMBO E O ACHAMENTO DA AMÉRICA
HOMEM DE FERRO
PRIMEIRA MISSA NO BRASIL




LEMBRETE:
O PROFESSOR ENXERGA ALÉM DO QUE A SOCIEDADE VÊ.
ONDE A SOCIEDADE VÊ UM CASO PERDIDO,
O PROFESSOR CONSEGUE VER UM OCULTO POTENCIAL...




MESMO COM TODA DESVALORIZAÇÃO POLÍTICA, ECONÔMICA,
SOCIAL,
CULTURAL...
ORGULHO-ME POR TER SEGUIDO ESSE ÁRDUO, PEDREGOSO E
DISCRIMINADO CAMINHO,
PORÉM,
 GRATIFICANTE!!!




ALESSANDRA FERREIRA


quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

BIG BROTHER BRASIL UM PROGRAMA IMBECIL

BIG BROTHER BRASIL UM PROGRAMA IMBECIL
Autor: Antonio Barreto, Cordelista natural de Santa Bárbara-BA, residente em Salvador.

Curtir o Pedro Bial

E sentir tanta alegria
É sinal de que você
O mau-gosto aprecia
Dá valor ao que é banal
É preguiçoso mental
E adora baixaria.

Há muito tempo não vejo

Um programa tão 'fuleiro'
Produzido pela Globo
Visando Ibope e dinheiro
Que além de alienar
Vai por certo atrofiar
A mente do brasileiro.

Me refiro ao brasileiro

Que está em formação
E precisa evoluir
Através da Edu cação
Mas se torna um refém
Iletrado, 'zé-ninguém'
Um escravo da ilusão.

Em frente à televisão

Longe da realidade
Onde a bobagem fervilha
Não sabendo essa gente
Desprovida e inocente
Desta enorme 'armadilha'.

Cuidado, Pedro Bial

Chega de esculhambação
Respeite o trabalhador
Dessa sofrida Nação
Deixe de chamar de heróis
Essas girls e esses boys
Que têm cara de bundão.

O seu pai e a sua mãe,

Querido Pedro Bial,
São verdadeiros heróis
E merecem nosso aval
Pois tiveram que lutar
Pra manter e te educar
Com esforço especial.

Muitos já se sentem mal

Com seu discurso vazio.
Pessoas inteligentes
Se enchem de calafrio
Porque quando você fala
A sua palavra é bala
A ferir o nosso brio.

Um país como Brasil

Carente de educação
Precisa de gente grande
Para dar boa lição
Mas você na rede Globo
Faz esse papel de bobo
Enganando a Nação.

Respeite, Pedro Bienal

Nosso povo brasileiro
Que acorda de madrugada
E trabalha o dia inteiro
Da muito duro, anda rouco
Paga impostos, ganha pouco:
Povo HERÓI, povo guerreiro.

Enquanto a sociedade

Neste momento atual
Se preocupa com a crise
Econômica e social
Você precisa entender
Que queremos aprender
Algo sério - não banal.

Esse programa da Globo

Vem nos mostrar sem engano
Que tudo que ali ocorre
Parece um zoológico humano
Onde impera a esperteza
A malandragem, a baixeza:
Um cenário sub-humano.

A moral e a inteligência

Não são mais valorizadas.
Os "heróis" protagonizam
Um mundo de palhaçadas
Sem critério e sem ética
Em que vaidade e estética
São muito mais que louvadas.

Não se vê força poética

Nem projeto educativo.
Um mar de vulgaridade
Já se tornou imperativo.
O que se vê realmente
É um programa deprimente
Sem nenhum objetivo.

Talvez haja objetivo

"professor", Pedro Bial
O que vocês tão querendo
É injetar o banal
Deseducando o Brasil
Nesse Big Brother vil
De lavagem cerebral.

Isso é um desserviço

Mal exemplo à juventude
Que precisa de esperança
Educação e atitude
Porém a mediocridade
Unida à banalidade
Faz com que ninguém estude.

É grande o constrangimento

De pessoas confinadas
Num espaço luxuoso
Curtindo todas baladas:
Corpos "belos" na piscina
A gastar adrenalina:
Nesse mar de palhaçadas.

Se a intenção da Globo

É de nos "emburrecer"
Deixando o povo demente
Refém do seu poder:
Pois saiba que a exceção
(Amantes da educação)
Vai contestar a valer.

A você, Pedro Bial

Um mercador da ilusão
Junto a poderosa Globo
Que conduz nossa Nação
Eu lhe peço esse favor:
Reflita no seu labor
E escute seu coração.

E vocês caros irmãos

Que estão nessa cegueira
Não façam mais ligações
Apoiando essa besteira.
Não deem sua grana à Globo
Isso é papel de bobo:
Fujam dessa baboseira.

E quando chegar ao fim

Desse Big Brother vil
Que em nada contribui
Para o povo varonil
Ninguém vai sentir saudade:
Quem lucra é a sociedade
Do nosso querido Brasil.

E saiba, caro leitor

Que nós somos os culpados
Porque sai do nosso bolso
Esses milhões desejados
Que são ligações diárias
Bastante desnecessárias
Pra esses desocupados.

A loja do BBB

Vendendo só porcaria
Enganando muita gente
Que logo se contagia
Com tanta futilidade
Um mar de vulgaridade
Que nunca terá valia.

Chega de vulgaridade

E apelo sexual.
Não somos só futebol,
baixaria e carnaval.
Queremos Edu cação
E também evolução
No mundo espiritual.
 
Cadê a cidadania
Dos nossos educadores
Dos alunos, dos políticos
Poetas, trabalhadores?
Seremos sempre enganados
e vamos ficar calados
diante de enganadores?
 
Barreto termina assim
Alertando ao Bial:
Reveja logo esse equívoco
Reaja à força do mal.
Eleve o seu coração
Tomando uma decisão
Ou então: siga, animal.
Créditos:  
http://blogauladeportugues.blogspot.com

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

PARA ANCHIETA COM MUITO AMOR

 A Flor da Amizade

Era uma vez uma flor que nasceu no meio das pedras.
Ninguém sabe como conseguiu crescer e ser um sinal de vida no meio de
tanta tristeza.
Passou uma jovem e ficou admirada com a flor.
Logo pensou em Deus. Cortou a flor e a levou para a Igreja.
Mas após uma semana a flor tinha morrido. 
Após algum tempo, outra flor nasceu ali...
Passou um homem, viu a flor, pensou em Deus, agradeceu e a deixou ali;
não quis corta-lá para não mata-lá. 
Dias depois, veio uma tempestade e a flor morreu...
Após algum tempo, outra flor nasceu ali...
Passou uma criança e achou que aquela flor era parecida com ela: 
bonita, mas sozinha. 
Decidiu voltar todos os dias.
Um dia regou... 
Outro dia podou... 
Depois fez um canteiro... 
Colocou adubo...
Um mês depois, lá onde tinha só pedras e uma flor, havia um jardim!
Assim se cultiva uma amizade...
ALESSANDRA

ESCOLA MUNICIPAL PADRE JOSÉ DE ANCHIETA

Foram oito anos e meio... 
É tempo suficiente para criar laços fortes,
amizades verdadeiras, 
momentos que jamais serão esquecidos!!!
Nunca vou esquecer de tudo que fizeram por mim...
Nunca esquecerei que seguraram na minha mão e me ampararam no momento em que mais precisei...


Vi muita gente chegar e muita gente sair...
Vi simpatizantes...
Vi opositores...
Vi sair pessoas que, quando nos encontravam, emocionavam-se, saudosos de nossa excelente convivência.

Eu agradeço imensamente, com um enorme nó na garganta, com olhos lacrimejantes, com o coração apertado... com uma saudade que terei que acostumar a viver com ela, diariamente!!!


Jamais teria coragem de dizer adeus, de despedir-me...


Agradeço por tudo. 
Agradecerei sempre!
Amo muito vocês...


Edcéia
Maria Perpétua 
Fabiane Januária
Isabel Divina
Uilma Cavalcante
Maria Machado
Alba Mara
Elisa
Sônia
Aparecida dos Anjos
Carla Pazo
Alan Jones
Elvis Plesley
Geraldo Randi
Solange
Neli
Maria Rosa
Sebastião
Irma
Maria Conceição
Kátia Patrícia
Sandra Xavier
Elvis Queiroz
Laís 
Juliana Lacerda
Fabiana Melo
Maicon Kurten
Denise Mila
Cátia Ribeiro
Carol de Melo
Graciene
Fátima
....
Realmente é uma lista imensa, mas meu coração cabe todo mundo...


Para sempre no meu coração...

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

DISCURSO DE JK NA INAUGURAÇÃO DE BRASÍLIA

Discurso de JK na inauguração de Brasília
O DISCURSO
“Não me é possível traduzir em palavras o que sinto e o que penso nesta hora, a mais importante de minha vida de homem público. A magnitude desta solenidade há de contrastar por certo com o tom simples de que se reveste a minha oração.
Dirigindo-me a todos os meus concidadãos, de todas as condições sociais, de todos os graus de cultura, que, dos mais longínquos rincões da Pátria, voltais os olhos para a mais nova das cidades que o Governo vos entrega, quero deixar que apenas fale o coração do Vosso Presidente.
Não vos preciso recordar, nem quero fazê-lo agora, o mundo de obstáculos que se afiguravam insuportáveis para que o meu Governo concretizasse a vontade do povo, expressa através de sucessivas constituições, de transferir a Capital para este planalto interior, centro geográfico do País, deserto ainda há poucas dezenas de meses.
Não nos voltemos para o passado, que se ofusca ante esta profusa radiação de luz que outra aurora derrama sobre a nossa Pátria.
Quando aqui chegamos, havia na grande extensão deserta apenas o silêncio e o mistério da natureza inviolada. No sertão bruto iam-se multiplicando os momentos felizes em que percebíamos tomar formas e erguer-se por fim a jovem Cidade. Vós todos, aqui presentes, a estais vendo, agora, estais pisando as suas ruas, contemplando os seus belos edifícios, respirando o seu ar, sentindo o sangue da vida em suas artérias.
Somente me abalancei a construí-la quando de mim se apoderou a convicção de sua exeqüibilidade por um povo amadurecido para ocupar e valorizar plenamente no território que a Providência Divina lhe reservara. Nosso parque industrial e nossos quadros técnicos apresentavam condições e para traduzir no betume, no cimento e no aço as concepções arrojadas da arquitetura e do planejamento urbanístico modernos.
Surgira uma geração excepcional, capaz de conceber e executar aquela "arquitetura em escala maior, a que cria cidades e, não, edifícios", como observou um visitante ilustre. Por maior que fosse, no entanto, a tentação de oferecer oportunidade única a esse grupo magnífico, em que se destacam Lúcio Costa e Oscar Niemeyer, não teria ela bastado para decidir-me a levar adiante, com determinação inflexível, obra de tamanha envergadura. Pesou, sobretudo, em meu ânimo, a certeza de que era chegado o momento de estabelecer o equilíbrio do País, promover o seu progresso harmônico, prevenir o perigo de uma excessiva desigualdade no desenvolvimento das diversas regiões brasileiras, forçando o ritmo de nossa interiorização.
No programa de metas do meu Governo, a construção da nova Capital representou o estabelecimento de um núcleo, em torno do qual se vão processar inúmeras realizações outras, que ninguém negará fecundas em conseqüências benéficas para a unidade e a prosperidade do País.
Viramos no dia de hoje uma página da História do Brasil. Prestigiado, desde o primeiro instante, pelas duas Câmaras do Congresso Nacional e amparado pela opinião pública, através de incontável número de manifestações de apoio, sinceras e autenticamente patrióticas, dos brasileiros de todas as camadas sociais que me acolhiam nos pontos mais diversos do território nacional, damos por cumprido o nosso dever mais ousado; o mais dramático dever.
Só nos que não conheciam diretamente os problemas do nosso Hinterland percebemos, a princípio, dúvida, indecisão. Mas no País inteiro sentimos raiar a grande esperança, a companheira constante em toda esta viagem que hoje concluímos; ela amparou-nos a todos, a mim e a essa esplêndida legião que vai desde Israel Pinheiro, cujo nome estará perenemente ligado a este cometimento, até ao mais obscuro, ao mais ignorado desses trabalhadores infatigáveis que tornaram possível o milagre de Brasília.
Em todos os instantes nas decepções e nos entusiasmos, levantando o nosso ânimo e multiplicando as nossas forças, mais de que qualquer outro amparo ou guia, foi a Esperança valimento nosso. Um homem, cujos olhos morreram e ressuscitaram muitas vezes na contemplação da grandeza - aludo, novamente, a André Malraux - viu em Brasília a Capital da Esperança.
Seu dom de perceber o sentido das coisas e de encontrar a expressão justa fê-lo sintetizar o que nos trouxe até aqui, o que nos deu coragem para a dura travessia, que foi a substância, a matéria-prima espiritual desta jornada. Olhai agora para a Capital da Esperança do Brasil. Ela foi fundada, esta cidade, porque sabíamos estar forjada em nós a resolução de não mais conter o Brasil civilizado numa fímbria ao longo do oceano, de não mais vivermos esquecidos da existência de todo um mundo deserto, a reclamar posse e conquista.
Esta cidade, recém-nascida, já se enraizou na alma dos brasileiros; já elevou o prestígio nacional em todos os continentes; já vem sendo apontada como demonstração pujante da nossa vontade de progresso, como índice do alto grau de nossa civilização; já a envolve a certeza de uma época de maior dinamismo, de maior dedicação ao trabalho e à Pátria, despertada, enfim, para o seu irresistível destino de criação e de força construtiva.
Deste Planalto Central, Brasília estende aos quatro ventos as estradas da definitiva integração nacional: Belém, Fortaleza, Porto Alegre, dentro em breve o Acre. E por onde passam as rodovias vão nascendo os povoados, vão ressuscitando as cidades mortas, vai circulando, vigorosa, a seiva do crescimento nacional.
Brasileiros! Daqui, do centro da Pátria, levo o meu pensamento a vossos lares e vos dirijo a minha saudação. Explicai a vossos filhos o que está sendo feito agora. É sobretudo para eles que se ergue esta cidade síntese, prenúncio de uma revolução fecunda em prosperidade. Eles é que nos hão de julgar amanhã.
Neste dia - 21 de abril - consagrado ao Alferes Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, ao centésimo trigésimo oitavo ano da Independência e septuagésimo primeiro da República, declaro, sob a proteção de Deus, inaugurada a cidade de Brasília, Capital dos Estados Unidos do Brasil.”